terça-feira, 15 de novembro de 2011

Arlete Salles: “Sou marombeira, quando posso vou à academia cinco vezes por semana”

Atriz de “Fina Estampa” fala sobre a chegada dos 70 anos e diz que não descarta uma nova paixão.

Em entrevista ,
Arlete Salles contou que se sente incomodada com a chegada dos 70 anos e que gosta de se cuidar. “Minha vaidade é mais com os cheiros. Tenho mania de perfumes e banhos. Gosto de comrpar roupas, mas não sou compulsiva. Gosto de comprar bolsas. Faço musculação, aeróbica, que é a única coisa que faz baixar o peso. Quando posso, vou à academia cinco vezes por semana. Sou marombeira”, comentou.

A atriz, que está no ar como a taxista Vilma de “Fina Estampa”, também afirmou que, apesar de não querer se casar novamente, não descarta viver uma nova paixão.

“Estou solteira, mas não caso mais, não. A minha cota já foi. Vivia sempre na esperança de encontrar o príncipe encantado. As paixões são o grande barato da vida. Não sei se vou me apaixonar. E se for surpreendida por uma paixão correspondida? A minha menina não morreu. Está aqui, com mais idade, mas está aqui”, afirmou Arlete, que diz estar mais caseira.


“Quando se é jovem, ficar em casa o fim de semana é um abandono. Agora só saio se for uma coisa muito boa. Fico em casa prazerosamente, com meus dois cachorros, Akira e Suzi, lendo um belo livro. Mas a vida continua bombando dentro de mim, continua tão prazerosa quanto antes”, completou.

Fonte: Voluvia

sábado, 5 de novembro de 2011

Arlete Salles é tietada em shopping do Rio de Janeiro

Arlete Salles foi tietada, nesta sexta-feira (4), logo depois de experimentar uma sandália. A atriz estava fazendo compras em uma loja de sapatos em um shopping da Gávea, no Rio de Janeiro, quando foi parada por uma moça com sua filha.
Simpática, a atriz atendeu ao pedido da fã, e ainda fez questão de olhar como a foto havia ficado. Arlete, atualmente, integra o elenco de “Fina Estampa”, onde interpreta a taxista Vilma.

Fonte: Voluveis

Cena 3/11 - Vilma é reconhecida por participação na TV

Cenas 31/10

Griselda pede ajuda ao corretor de imóveis


Griselda invade reunião de condomínio


Griselda confronta Tereza Cristina



Vilma avisa que mandou filmagem para TV


Vilma revela que não enviou gravação para TV


Griselda é aprovada como nova moradora do condomínio

Foto da semana:

Renata Bras, Arlete Salles e Simone Gutierrez em "Hairspray".

domingo, 30 de outubro de 2011

Modem Express

Agora você tem um novo portal informativo sobre o trânsito do Rio de Janeiro (Incluindo Twitter e o Blog da Vilma).

Cenas 29/10

Convidados chegam para comemoração de Griselda

Griselda fica ansiosa com demora do corretor

Griselda descobre reunião para impedir que ela compre mansão

Cena 28/10 - Juan cumprimenta Letícia, que o ignora

sábado, 29 de outubro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Foto da semana:
























Arlete Salles e Aracy Balabanian.

Arlete Salles: ‘Humor é a bússola da vida”

A atriz Arlete Salles estava prontinha para subir no palco do TV Xuxa, quando entramos em seu camarim e pedimos que ela desse algumas dicas de saúde para o site! Além de uma alimentação saudável e exercícios físicos, a atriz garante uma outra receita: “humor é a bússola da vida”. Confira no vídeo!

Não perca, neste sábado, Arlete no Tv Xuxa!!!

Arlete Salles elege depoimento do filho como o mais emocionante

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Arlete Salles afirma: ‘A minha profissão ilumina a minha vida’

A taxista Vilma, de Fina Estampa, vivida por Arlete Salles, ganhou a simpatia dos telespectadores, que se identificam com as dificuldades vividas pela personagem. A atriz subiu ao palco do Domingão para comentar o novo trabalho e relembrar outros papéis que interpretou ao longo de mais de 40 anos de televisão. Arlete acredita que é o ator quem empresta a vivência para os personagens. “Cada personagem é um novo desafio. Você tem que estudar e procurar conhecê-lo em sua profundidade”, contou. 

No caso da Vilma, a atriz pensou o porquê da personagem ter se tornado taxista. “É uma profissão dura, que exige coragem”. Ela conheceu algumas mulheres que vivem disso. “Elas me contaram histórias maravilhosas de passageiros”, falou.

Quando descobriu que estava noArquivo Confidencial, a atriz ficou sem palavras. O primeiro a falar foi José Martins da Silva, atual morador da casa em que ela morava. “Fico feliz por ela ter nascido nesta casa, porque eu também nasci aqui. Vou compartilhar esse presente com os meus amigos. Me faz sentir uma celebridade”.
A mãe da atriz, Severina Salles, lembra que Arlete era levada. “Ela sempre fez o que quis”. Alexandre Barbalho, filho da atriz, recordou que a mãe tem sede de viver. “Ela tem um coração cheio de sonhos. Minha mãe conseguiu chegar onde muitos atores gostariam: no coração do povo brasileiro”, falou, emocionado. “Eu sou determinada. Quando alguém quer impedir, eu discordo e sigo em frente”, completou Arlete.
Albuquerque Pereira, ator, contracenou com a atriz ainda em Pernambuco. “Todo mundo gostava de trabalhar com ela, porque era uma máquina de decorar. E naquele tempo não havia edição. E a Arlete já garantia que ninguém ia perder tempo”. Aldemar Paiva, diretor de teatro, falou dos espetáculos em que eles faziam pelas cidades do interior do Recife. “Arlete não voltou mais ao Recife, mas desejo felicidades a ela”.
O ex-marido, o ator Lúcio Mauro, comentou a época em foram casados. “Como eu sempre fui muito boêmio, acho que em determinado tempo o relacionamento foi desgastando. Conversamos muito, mas mesmo separados, eu sou um grande amigo da Arlete. Só tenho que agradecer essa parceria, pedir desculpas pelas minhas falhas e dizer que continuo te amando e que você seja cada vez mais feliz”, frisou.


Acompanhe a homenagem completa:

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Relembre "Hilda Furacão"

Autoria: Gloria Perez 
Direção: Wolf Maya, Maurício Farias e Luciano Sabino 
Período de exibição: 26/05/1998 - 23/07/1998  
Horário: 22h30
Número de capítulos: 32
- No dia da premiação do concurso, Hilda é pedida em namoro e acaba noivando, logo em seguida, com Juca (Pedro Brício). Incerta das decisões que a vida lhe levara a tomar, Hilda procura Madame Janete (Arlete Salles), uma vidente que lhe assegura que aquele com quem ela estava comprometida não era o homem da sua vida. Madame Janete também vê no passado de Hilda a morte de um homem apaixonado, o que a jovem confirma. Seu noivo Dalton havia se matado depois que ela se recusara a se casar. Hilda ainda ouve da vidente que seu verdadeiro amor só se cumprirá após muito sofrimento, e está relacionado à perda de um sapato seu. O homem que lhe devolvesse esse sapato seria seu grande amor.










Fonte: Memória Globo 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Relembre "A Ponte dos Suspiros"

Autoria: Stela Calderón (pseudônimo de Dias Gomes) 
Direção: Marlos Andreucci 
Período de Exibição: 06/06/1969 - 15/11/1969 
Horário: 21h30 
Nº de capítulos: 144
- A novela foi uma adaptação do romance homônimo de Michel Zevaco. A história era ambientada na cidade de Veneza do século XIV.
No dia do casamento de Leonor Dandolo (Yoná Magalhães), seu noivo Rolando Candiano (Carlos Alberto) é preso, por causa de uma série de intrigas feitas pelo capitão Altieri (Jardel Filho). Outro destaque na trama eram as maldades da vilã Impéria (Arlete Salles). 



Arlete Salles sobre sua personagem:

Ponte dos suspiros, de um autor chamado Michel Zevaco. Era adaptado pelo Dias Gomes, que usou o pseudônimo de Stella Calderón. Ele não queria assinar aquele texto. Eu fiz uma personagem interessantíssima. Ela se arruma muito, era uma rainha poderosa. O nome dela era Impéria. A Yoná Magalhães estava sempre belíssima no vídeo, era uma das mulheres mais lindas que já se viu na televisão brasileira, e ela tinha um cabeleireiro chamado Silvinho, que a preparava para todos os personagens. E a Yoná me deu o Silvinho de presente. Eu não me arrumava na TV Globo. O Silvinho me acordava de manhã cedinho, arrumava meus cabelos, botava pérolas, fazia as maquiagens. Eu nunca fotografei tão bem na minha vida, com aquelas roupas suntuosas e tudo. Era um personagem interessante. Ela tinha uma paixão pelo personagem do Carlos Alberto. A Yoná era a protagonista e eu fazia a antagonista. A novela não foi nenhum estrondo de audiência, acho que o público já dava sinais de cansaço desse gênero de capa-e-espada e já se inquietava por coisas mais próximas da nossa realidade, da nossa história, da nossa cultura. Mas, enquanto chance para mim na televisão, enquanto oportunidade de trabalho, foi maravilhoso, porque era um belo personagem.










Fonte: Memória Globo 

Foto da semana:

Foto: Ensaio Fotográfico, 1970.

Atores de Fina Estampa diz o que faria se ganhassem na loteria

Atores de Fina Estampa diz o que faria se ganhassem na loteria

Arlete Salles comemora o Dia do Nordestino e fala da importância da data

Cena 15/10 - Letícia desabafa com Vilma sobre Juan Guilherme

Cena 13/10 - Vilma acredita que Teodora está armando para Griselda

Cena 12/10 - Vilma escuta a conversa de Wallace e Teodora

Cena 11/10 - Griselda festeja o prêmio da loteria com as amigas

Cenas 10/10

Celeste e Vilma decidem ajudar Griselda

Celeste, Vilma e Isolina começam a procura pelo bilhete

Vilma, Celeste e Isolina reviram a casa de Griselda

Griselda se emociona ao ver o bilhete premiado

Cenas 08/10

Griselda conta sobre o prêmio para Vilma

Vilma convoca a imprensa

Vilma transmite pela internet a chegada de Griselda na lotérica

Griselda arma o maior barraco na lotérica

Cenas 06/10

Vilma conta aos jornais que Wallace voltará a lutar

Vilma conta para Letícia que espalhou notícia sobre Wallace

Cena 3/10 - Vilma conta por que assiste à luta de Wallace

Cena 01/10 - Vilma recebe de volta seu carro no palco do Caldeirão

Cenas 30/09

Começa o programa do Caldeirão do Huck com Vilma

Vilma canta 'Vou de taxi'

Cenas 29/09

Vilma flagra Letícia olhando para Juan Guilherme

Vilma, Letícia e Carolina saem rumo ao Caldeirão do Huck

Cena 28/9 - Vilma é massageada por Zambeze

Cenas 24/09

Vilma pretende fazer sucesso no Caldeirão do Huck

Vilma e Celeste implicam com Griselda

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

É HOJE: Vilma apresenta seu número no palco do Caldeirão do Huck


Chegou o dia em que Vilma (Arlete Salles) promete brilhar na TV! Já está tudo pronto para sua apresentação no Caldeirão do Huck, onde ela vai tentar recuperar o táxi Modem Express, destruído por bandidos após um assalto. Enquanto Letícia (Tania Khallil) e Carolina (Bianca Salgueiro) não aguentam de tanta ansiedade na plateia, a taxista faz suspense até mesmo para Luciano Huck no camarim e não conta de jeito algum que número irá apresentar. “É uma pequena homenagem, você vai gostar”, ela garante ao apresentador.

Na hora de apresentar o quadro, Luciano afirma: “Vamos receber hoje aqui no Caldeirão uma pessoa muito especial. Ela é mãe, avó e taxista! Uma guerreira que já passou dos 60 anos e continua a mais de cem por hora”. Toda espevitada, Vilma não faz cerimônia para pegar o microfone e logo entra no clima. “Olha só, eu tenho mais de 60 anos sim, não vou negar. Mas quero dizer só uma coisa: lata velha é que faz corrida boa!”, ela afirma, levando todos às gargalhadas.

Luciano anuncia os comerciais, e o mistério sobre o número de Vilma continua. Na volta do intervalo, começa o momento mais esperado do dia. A taxista entra no palco vestida de Angélica, com direito a peruca loira e tudo! Cantando “Vou de táxi”, ela arranca os risos da plateia, até que no final surge a própria mulher do Luciano Huck no palco!
Surpreso, ele dá seu veredicto: “Se até Angélica aprovou sua performance, dou meu braço a torcer. Dona Vilma, a senhora vai de táxi mesmo, e ele está debaixo daquela lona! Chegou o grande momento de rever o Modem Express!”. Quando Luciano tira a lona do carro, dona Vilma quase não se aguenta de tanta emoção. No auge da felicidade da família, o apresentador diz que tem mais um presente. “Caraca! Um notebook irado!”, comemora Carol.


Luciano sugere que Vilma aproveite o computador para mandar notícias da cidade para a equipe de jornalismo, e ela se amarra na ideia. “Gente, eu vou virar uma cinegrafista amadora ao volante! Não tem o Globocop? Pois eu vou ser uma repórter sobre rodas! Não falei? Agora ninguém segura Vilma Moreira, do Jardim Oceânico para o mundo!”, garante a taxista.

Fonte: Fina Estampa

sábado, 24 de setembro de 2011

Angélica vai participar da novela 'Fina Estampa'

Não é só Luciano Huck que teve seu espaço na novela "Fina Estampa". Sua mulher, Angélica, também estará ao lado da personagem de Arlete Salles, Vilma, nas cenas em que ela se prepara para participar do quadro "Lata Velha", do programa "Caldeirão do Huck".

Segundo informações da coluna "Diário da Fama", do jornal "Diário de São Paulo", a apresentadora será imitada por Vilma, que tenta recuperar seu táxi no programa de Huck.

Fonte: EGO

Angélica vai participar da novela 'Fina Estampa'

Não é só Luciano Huck que teve seu espaço na novela "Fina Estampa". Sua mulher, Angélica, também estará ao lado da personagem de Arlete Salles, Vilma, nas cenas em que ela se prepara para participar do quadro "Lata Velha", do programa "Caldeirão do Huck".

Segundo informações da coluna "Diário da Fama", do jornal "Diário de São Paulo", a apresentadora será imitada por Vilma, que tenta recuperar seu táxi no programa de Huck.

Fonte: EGO

Mulheres enfrentam preconceito para atuar como taxistas em São Paulo

Na ficção, elas são Lili, de “O Astro”, e Vilma, de “Fina Estampa”. Na vida real, elas são Ana Angélica, Ana Cristina, Regina, Cecília, Beth, Néia e milhares de taxistas mulheres que rodam as cidades brasileiras. Só em São Paulo, elas já somam seis mil, de um total de 35 mil taxistas.

 São pessoas como Ana Angélica e Ana Cristina, duas amigas que há dois anos trocaram uma lanchonete pelo trabalho no trânsito.

“O primeiro dia que nós pegamos o táxi, eu disse para ela: ‘Aonde nós vamos? Para onde eu vou?’. Ela disse: ‘Você vai para um lado, eu vou paro outro, porque a gente não pode trabalhar juntas’”, lembra a taxista Ana Angélica.

Elas tiveram que aprender a se achar na cidade de São Paulo. “No começo, a gente não tinha noção de onde ficava as avenidas Rebouças e Doutor Arnaldo”, comenta a taxista Ana Angélica.

Elas enfrentaram preconceito até entre mulheres. “Já peguei uma passageira que me disse assim: ‘Eu não gosto de motorista mulher’. Eu parei em outro ponto e ela pegou outro táxi”, disse Ana Angélica.

No dia a dia, no trânsito, elas já ouviram frases como ‘Vai lavar roupa’. “Eu já ouvi. Muitas vezes, você se distrai e desliza. Você é humano, a gente erra. Depois você ouve aquele: ‘E depois é profissional, tinha que ser mulher’”, lamenta a taxista Ana Angélica.

O Fantástico veio ao Rio de Janeiro encontrar a atriz Arlete Salles para convidá-la a dar uma volta com a Néia, taxista da vida real. “Néia é a taxista verdadeira e eu, a taxista de faz de conta”, brinca Arlete Salles.

“Eu adoro rolé. Eu acho que, para ganhar dinheiro, é o rolé. Dizem que é mais periogoso. Rolé é imprevisível. Você não sabe quem é que está com você”, comenta Néia, que continua o bate-papo com a atriz Arlete Salles.

“O assédio sexual existe. Eu já cheguei ao ponto de parar num policial. O cara queria de qualquer forma que eu parasse com ele num bar, em algum lugar, e eu falava: ‘Não, eu sou casada’. Deus me livre. E o cara começou a me segurar, a me agarrar. Parei no policial e pedi ao policial que tirasse ele do carro”, comentou Néia, que disse à taxista da ficção que nunca foi assaltada.





“Graças a Deus. Minha personagem, a Vilma, já foi. Perdeu até o táxi”, lembra a atriz. “Eu estou até para oferecer meu táxi, porque eu trabalho sozinha”, brinca Néia.

Na Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, o Fantástico encontrou um grupo de mulheres e homens que dividem o mesmo ponto. O que os outros motoristas costumam falar das mulheres?

“Eles falam que é barbeira, que não sabe dirigir, estão sempre reclamando da gente”, aponta a taxista Beth Cabrea.

Eles dizem não ter preconceito com mulher dirigindo. “Claro que não! É um prazer tê-las como companheiras de serviço. Elas dirigem bem. Isso eu falo para os meus colegas que elas dirigem bem. Eu só não falo para meus passageiros. Aí eu falo que elas dirigem mal”, brinca o taxista Amaro Francisco da Silva. “Eu tenho 42 anos de carta e duas multas só”, afirma Beth.

A vida de taxista não é só dirigir. Na novela “O Astro”, a personagem Lili gosta de uma boa conversa com os passageiros. E as da vida real? “Eu conheci muitos passageiros, fiz muitas amizades, pessoas muito interessantes”, disse a taxista Ana Angélica.

“Essa interação com o passageiro é muito legal. Você conta sua vida um pouquinho e aprende a vida dele um pouquinho”, comenta a taxista Regina de Mello Ceres. “Tem uns que convidam até para tomar cafezinho”, diz a taxista Cecília Campillo Perez

“Você sabe que agora as pessoas entram no carro e falam: ‘Aí, Néia, você está na moda, hein’”, brinca a taxista Néia, do Rio de Janeiro.

Fonte: Fantástico

Mulheres enfrentam preconceito para atuar como taxistas em SP

Na ficção, elas são Lili, de “O Astro”, e Vilma, de “Fina Estampa”. Na vida real, elas são Ana Angélica, Ana Cristina, Regina, Cecília, Beth, Néia e milhares de taxistas mulheres que rodam as cidades brasileiras. Só em São Paulo, elas já somam seis mil, de um total de 35 mil taxistas.
São pessoas como Ana Angélica e Ana Cristina, duas amigas que há dois anos trocaram uma lanchonete pelo trabalho no trânsito.

“O primeiro dia que nós pegamos o táxi, eu disse para ela: ‘Aonde nós vamos? Para onde eu vou?’. Ela disse: ‘Você vai para um lado, eu vou paro outro, porque a gente não pode trabalhar juntas’”, lembra a taxista Ana Angélica.



Elas tiveram que aprender a se achar na cidade de São Paulo. “No começo, a gente não tinha noção de onde ficava as avenidas Rebouças e Doutor Arnaldo”, comenta a taxista Ana Angélica.

Elas enfrentaram preconceito até entre mulheres. “Já peguei uma passageira que me disse assim: ‘Eu não gosto de motorista mulher’. Eu parei em outro ponto e ela pegou outro táxi”, disse Ana Angélica.

No dia a dia, no trânsito, elas já ouviram frases como ‘Vai lavar roupa’. “Eu já ouvi. Muitas vezes, você se distrai e desliza. Você é humano, a gente erra. Depois você ouve aquele: ‘E depois é profissional, tinha que ser mulher’”, lamenta a taxista Ana Angélica.

O Fantástico veio ao Rio de Janeiro encontrar a atriz Arlete Salles para convidá-la a dar uma volta com a Néia, taxista da vida real. “Néia é a taxista verdadeira e eu, a taxista de faz de conta”, brinca Arlete Salles.

“Eu adoro rolé. Eu acho que, para ganhar dinheiro, é o rolé. Dizem que é mais periogoso. Rolé é imprevisível. Você não sabe quem é que está com você”, comenta Néia, que continua o bate-papo com a atriz Arlete Salles.

“O assédio sexual existe. Eu já cheguei ao ponto de parar num policial. O cara queria de qualquer forma que eu parasse com ele num bar, em algum lugar, e eu falava: ‘Não, eu sou casada’. Deus me livre. E o cara começou a me segurar, a me agarrar. Parei no policial e pedi ao policial que tirasse ele do carro”, comentou Néia, que disse à taxista da ficção que nunca foi assaltada.

“Graças a Deus. Minha personagem, a Vilma, já foi. Perdeu até o táxi”, lembra a atriz. “Eu estou até para oferecer meu táxi, porque eu trabalho sozinha”, brinca Néia.

Na Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, o Fantástico encontrou um grupo de mulheres e homens que dividem o mesmo ponto. O que os outros motoristas costumam falar das mulheres?

“Eles falam que é barbeira, que não sabe dirigir, estão sempre reclamando da gente”, aponta a taxista Beth Cabrea.

Eles dizem não ter preconceito com mulher dirigindo. “Claro que não! É um prazer tê-las como companheiras de serviço. Elas dirigem bem. Isso eu falo para os meus colegas que elas dirigem bem. Eu só não falo para meus passageiros. Aí eu falo que elas dirigem mal”, brinca o taxista Amaro Francisco da Silva. “Eu tenho 42 anos de carta e duas multas só”, afirma Beth.

A vida de taxista não é só dirigir. Na novela “O Astro”, a personagem Lili gosta de uma boa conversa com os passageiros. E as da vida real? “Eu conheci muitos passageiros, fiz muitas amizades, pessoas muito interessantes”, disse a taxista Ana Angélica.

“Essa interação com o passageiro é muito legal. Você conta sua vida um pouquinho e aprende a vida dele um pouquinho”, comenta a taxista Regina de Mello Ceres. “Tem uns que convidam até para tomar cafezinho”, diz a taxista Cecília Campillo Perez

“Você sabe que agora as pessoas entram no carro e falam: ‘Aí, Néia, você está na moda, hein’”, brinca a taxista Néia, do Rio de Janeiro.

Fonte: Fantástico

Cena 22/9 - Vilma pensa na apresentação na TV

Cena 20/9 - Vilma fala sobre o Caldeirão do Huck

Cena 21/9 - Vilma se imagina na TV

.Cena 17/9 - Vilma fica ansiosa para a participaçao no programa do Luciano Huck

Cena 16/9 - Letícia e Carolina acreditam que Vilma vai aprontar alguma coisa

Cena 15/9 - Vilma entrega seu carro para a produção do Caldeirão do Huck

Cena 13/9 - Vilma sai da depressão após conhecer Luciano Huck

Cenas 12/09

Luciano Huck anuncia que Vilma está no Lata Velha


Vilma comemora a recuperação do seu táxi

Cenas 10/09

Cena 10/9 - Vilma recebe recado de que precisa ir a delegacia


Cena 10/9 - Luciano Huck surpreende Vilma

domingo, 11 de setembro de 2011

Arlete Salles no Fantástico!

É hoje, a atriz Arlete Salles tem uma conversa com mulheres taxistas, não percam!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Relembre "Cara e Coroa"

Autoria: Antonio Calmon
Direção: Wolf Maya, Carlos Magalhães, André Schultz e Maurício Farias
Período de exibição: 24/07/1995 – 22/03/1996
Horário: 19h
Nº de capítulos: 213
- Quando idealizou Cara & Coroa, Antonio Calmon pensou no ser humano como uma moeda, com dois lados antagônicos e complementares, um solar e outro sombrio. Assim, deu vida às sósias Fernanda e Vitória, interpretadas por Christiane Torloni.

- A novela é pontuada também por momentos de humor e descontração. A dupla Cacilda (Artele Salles) e Aníbal (Hugo Carvana) divertiu e emocionou o telespectador. Ela reencontra um filho que havia perdido de vista no mundo, e ele é um piloto “maluco” que foi expulso da companhia aérea por ter feito o primeiro contato imediato do terceiro grau.

                         Hugo Carvana em uma entrevista ao Memória Globo.

Depois você fez Cara e coroa, ao lado da Arlete Salles. Vocês faziam um casal cômico. Fale um pouco do seu personagem e da parceria com ela.
Ela vai ser atriz no meu próximo filme, adoro-a. É outra química que eu descobri. Ela tem ritmo, Arlete é uma faísca, Arlete é São João. Não tem aquele negócio de guerra de espada de fogo numa cidade chamada Cruz das Almas? Arlete é aquele “tsh”, é uma faísca que vai para todos os lados. Ela desperta a gente, estimula a gente. Ela tem ritmo. Adorei fazer Cara e coroa, do meu querido Antonio Calmon, com quem eu produzi meu primeiro filme, chamado Capitão Bandeira, conto do doutor Moura Brasil. A direção era dele. Adorei ter feito Cara e coroa, porque foi o meu primeiro trabalho com Arlete.







Fonte: Memória Globo

Carolina consegue que o táxi da avó participe do 'Lata Velha'

Decidida a ajudar sua avó Vilma (Arlete Salles), Carolina (Bianca Salgueiro) leva uma produtora do programa de Luciano Huck para ver o que sobrou do táxi roubado.

A produtora fica chocada com o estado do carro, mas afirma que mesmo assim irá acudi-las: "É para isso que serve o nosso quadro, quanto mais 'lata velha', quanto maior o desafio, melhor."

Elas combinam um encontro, só que desta vez com Luciano Huck e Vilma cara a cara. "Mas a gente precisa que você traga sua avó aqui amanhã, sem dizer para ela do que se trata, ok?", avisa a moça. Não perca esta cena que vai ao ar na próxima sexta-feira, 9/9.

Fonte: Fina Estampa

Carolina consegue que o táxi da avó participe do 'Lata Velha'

Decidida a ajudar sua avó Vilma (Arlete Salles), Carolina (Bianca Salgueiro) leva uma produtora do programa de Luciano Huck para ver o que sobrou do táxi roubado.

A produtora fica chocada com o estado do carro, mas afirma que mesmo assim irá acudi-las: "É para isso que serve o nosso quadro, quanto mais 'lata velha', quanto maior o desafio, melhor."

Elas combinam um encontro, só que desta vez com Luciano Huck e Vilma cara a cara. "Mas a gente precisa que você traga sua avó aqui amanhã, sem dizer para ela do que se trata, ok?", avisa a moça. Não perca esta cena que vai ao ar na próxima sexta-feira, 9/9.

Fonte: Fina Estampa

Cenas 08/09

Os moradores do Jardim Oceânico lotam o hospital

Griselda recebe boas notícias

Cenas 05/09

Griselda tenta consolar Vilma


Vilma abre seu coração a Griselda

Cena 3/9 - Letícia conversa com Vilma sobre o taxi

sábado, 3 de setembro de 2011

Letícia tenta encontrar saída para tirar a mãe da depressão

Letícia (Tania Khallil) chega à casa, após um dia de trabalho, e encontra dona Vilma (Arlete Salles) sentada no sofá, com o olhar perdido. “Chega, mãe! Não aguento mais te ver assim. Vamos conversar, já, sobre o carro!”, afirma a professora universitária.

Desanimada, a taxista retruca: “Que carro, filha? Aquilo lá não é mais um carro. Aquilo não é nada, é um resto, sem alma. Uma lata velha, enferrujado, apodrecendo”. Mas Letícia insiste em procurar uma solução para recuperar o Modem Express, e sugere que a mãe trabalhe em sociedade com outro taxista.

Diante da recusa de Vilma, a professora fala em reformar o táxi da mãe com suas economias. A sugestão, no entanto, também é malsucedida. “O que fizeram com o carro foi uma violência: um verdadeiro estupro. As nossas economias juntas mal comprariam um jogo novo de pneus”, lamenta a senhora, que recebe o carinho da filha.


Fonte: Fina Estampa

Letícia tenta encontrar saída para tirar a mãe da depressão

Letícia (Tania Khallil) chega à casa, após um dia de trabalho, e encontra dona Vilma (Arlete Salles) sentada no sofá, com o olhar perdido. “Chega, mãe! Não aguento mais te ver assim. Vamos conversar, já, sobre o carro!”, afirma a professora universitária.

Desanimada, a taxista retruca: “Que carro, filha? Aquilo lá não é mais um carro. Aquilo não é nada, é um resto, sem alma. Uma lata velha, enferrujado, apodrecendo”. Mas Letícia insiste em procurar uma solução para recuperar o Modem Express, e sugere que a mãe trabalhe em sociedade com outro taxista.

Diante da recusa de Vilma, a professora fala em reformar o táxi da mãe com suas economias. A sugestão, no entanto, também é malsucedida. “O que fizeram com o carro foi uma violência: um verdadeiro estupro. As nossas economias juntas mal comprariam um jogo novo de pneus”, lamenta a senhora, que recebe o carinho da filha.

Fonte: Fina Estampa